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Activity detail

RT2 | Childhood and Adolescence Privacy Rights

Chair

Hugo Braga Tavares
Pediatrician

Speaker

Anabela de Sousa
Advogada

Society vulnerabilities – the impact in children’s and adolescents’ security

Society vulnerabilities – the impact in children’s and adolescents’ security 

Our proposal aims to reflect on our duties to ensure effective protection of children and adolescents. A society that lodges insecurity cannot aim to be a society neither developed nor free, as insecurity is in itself an obstacle to development. 

The aim is also to identify national and EU legislation based on a culture of family commitment. The educational and civil society through procedures that ensure the best interest and the protection of children, in particular data protection concerns regarding risk behaviour. 

Considerations regarding the legal positioning contribute to this issue’s relevance and its influence on the Child’s Rights and the Child’s Rights in the cybernetic environment. The need to adopt and to elaborate systematic monitoring and evaluation mechanisms intertwined with judicial and non-judicial mechanisms. 

Speaker

Patrícia Dias
Professora Auxiliar da Faculdade de Ciências Humanas

The digital footprint of children: Reflections and ethical guidelines

Na sociedade digital em que vivemos, as crianças começam a ter pegada digital antes de nascerem, assim que os pais publicam a já clássica fotografia da primeira ecografia nas redes sociais. As crianças desta geração têm sido apelidadas de "digitods", por contactarem com as tecnologias digitais logo desde que nascem, e por as começarem a usar enquanto "toddlers", ou seja, entre 1 e 3 anos. Embora sejam já utilizadores, a maior parte das crianças pequenas não produz conteúdos digitais, apenas interage, maioritariamente com apps que são jogos, com apps educativas, e com os vídeos do YouTube. No entanto, a sua presença digital é desde cedo alimentada pelos adultos, e muitas vezes os pais são os primeiros a criar conteúdos nos quais as crianças figuram, e a publicá-los nas redes sociais. Esta exposição mediática prematura acarreta riscos para as crianças, nomeadamente para a sua segurança, mas também é invasivo no que respeita à sua privacidade, e pode impactar a construção da sua identidade e a sua relação com os outros. No âmbito de um estudo mais alargado sobre a utilização que as famílias portuguesas com crianças com menos de 8 anos fazem de tecnologias mobile, concluiu-se que os pais identificam vários riscos associados, mas não reconhecem estes riscos que podem advir do seu próprio comportamento. Assim, esta comunicação apresenta algumas diretrizes éticas que decorrem da reflexão sobre estas práticas, e que os pais e outros cuidadores (outros familiares, educadores, professores, treinadores) deveriam ter em conta na sua interação com as crianças.

Speaker

Soraia Ferreira
Consultora e formadora na área da Comunicação

Privacy challenge of transmedia storytelling projects

Young consumers don’t make the distinction between online/offline. They want to interact with brands and products.

Trying to answer their customer needs, a lot of brands are using transmedia storytelling (telling stories across different platforms coherently and interactively) as part of their strategy.

One of the challenges that brands need to have in consideration when building these projects is privacy.